10 Dias de Oração
Intimidade com Deus


10 DIAS DE ORAÇÃO – PRIMEIRO DEUS NA FAMÍLIA

25/02 – Tema 04

Intimidade com Deus: Nossa Maior Necessidade

COMUNICAÇÃO COM DEUS – “É por meio da natureza, da revelação, de Sua providência e da influência do Seu Espírito que Deus nos fala. Mas isso não é suficiente; precisamos também entregar-Lhe nosso coração. A fim de que tenhamos vida e energia espirituais, devemos ter uma relação viva com nosso Pai celestial […].
“A oração é o abrir do coração a Deus como a um amigo. […] A oração não faz Deus descer até nós, mas nos eleva a Ele […].

“Quando esteve na Terra, Jesus ensinou Seus discípulos a orar. Ele os instruiu a apresentar suas necessidades diárias perante Deus, e lançar sobre Ele todas as suas preocupações […].
“Nosso Pai celestial deseja derramar sobre nós a plenitude de Suas bênçãos […] Deus está pronto e sempre disposto a ouvir a oração sincera do mais humilde de Seus filhos, e, apesar disso, há tanta relutância de nossa parte para levar-Lhe nossas necessidades” (Caminho a Cristo, p. 93, 94).

O MAIOR PRIVILÉGIO – “Os anjos têm prazer em prostrar-se diante de Deus e ficar perto Dele. Eles consideram a comunhão com Deus sua maior alegria. Contudo, os habitantes da Terra, que tanto precisam da ajuda que somente Deus pode dar, parecem satisfeitos em andar sem a luz do Seu Espírito e a companhia de Sua presença” (Caminho a Cristo, p. 94).

O ADVERSÁRIO E SEUS ENGANOS – “As trevas do maligno envolvem os que negligenciam a oração […] O adversário procura continuamente obstruir o caminho para o trono de misericórdia para que não obtenhamos, por meio da súplica e fé, graça e poder para resistir à tentação” (Caminho a Cristo, p. 94).

DEUS QUER ME ATENDER – “Existem certas condições para que possamos esperar que Deus ouça e responda a nossas orações. Uma das primeiras é sentir nossa necessidade do Seu auxílio” (Caminho a Cristo, p. 95).
“Se mantivermos iniquidade em nosso coração, se nos apegarmos a algum pecado de maneira consciente, o Senhor não nos ouvirá; mas a oração que vem do coração arrependido e contrito será sempre aceita. […] Nossos próprios méritos jamais nos recomendarão ao favor de Deus; é o mérito de Jesus que nos salvará” (Caminho a Cristo, p. 95).
“Perseverar em oração é a condição para receber. Devemos orar sempre, se quisermos crescer em nossa fé e experiência. Devemos ser perseverantes na oração (Rm 12:12) e vigiar ‘com ações de graças’ (Cl 4:2)” (Caminho a Cristo, p. 97).

CONEXÃO DIRETA COM O CÉU – “Por meio da oração sincera, somos ligados com a mente do Infinito. Pode ser que, no momento, não tenhamos nenhuma forte evidência de que o rosto de nosso Redentor se inclina sobre nós em compaixão e amor, mas é isso o que realmente acontece. Podemos não sentir Seu toque, mas Sua mão compassiva e amorosa está sobre nós” (Caminho a Cristo, p. 96).

O VALOR DAS REUNIÕES DE ORAÇÃO – “Há necessidade de diligência na oração; não deixe nada impedir você. Faça todos os esforços para manter aberta a comunhão entre Jesus e sua própria alma. Procure todas as oportunidades para ir aonde a oração costuma ser feita. Aqueles que realmente estão buscando a comunhão com Deus serão vistos na reunião de oração, fiéis em cumprir seu dever, fervorosos e ansiosos por colher todos os benefícios que puderem obter. Aproveitarão cada oportunidade de se colocarem onde podem receber os raios de luz do Céu” (Caminho a Cristo, p. 97).

ORAÇÃO SECRETA – “A oração particular deve ser ouvida unicamente por Ele […]. Na oração particular, a mente fica livre das influências do ambiente, livre da agitação. […]
“Ore em seu aposento particular. Durante seus afazeres diários, deixe que o coração se eleve a Deus. Era assim que Enoque andava com Deus. Essas orações silenciosas sobem como precioso incenso até o trono da graça. Satanás não pode vencer aquele cujo coração está arraigado em Deus” (Caminho a Cristo, p. 97).

ELE ESTÁ INTERESSADO EM SABER – “Leve suas necessidades, alegrias, preocupações e temores a Deus. Você não conseguirá sobrecarregá-Lo, nem deixá-Lo cansado. Aquele que conta os cabelos de sua cabeça não é indiferente às necessidades de Seus filhos. ‘O Senhor é cheio de misericórdia e compaixão’ (Tg 5:11). […]
Entregue a Ele todas as coisas que perturbam a sua mente. Coisa alguma é grande demais para que Ele não possa suportar, pois é Ele quem mantém os mundos e governa o Universo.
Nada daquilo que, de alguma forma, diz respeito a nossa paz é pequeno demais para que Ele não perceba. Não há um só capítulo de nossa existência que seja escuro demais para que Ele não possa ler nem dificuldade alguma tão complicada que não possa resolver. Nenhuma calamidade poderá sobrevir ao mais humilde dos Seus filhos, ansiedade alguma lhe perturbará o coração, nenhuma demonstração de alegria e oração sincera lhe sairá dos lábios sem que seja observada pelo Pai celestial ou sem que Lhe desperte imediato interesse. ‘Ele sara os que têm o coração quebrantado e trata das feridas deles’ (Sl 147:3)” (Caminho a Cristo, p. 100).

O ALTAR DA FAMÍLIA – “Abraão, o amigo de Deus, deu-nos um digno exemplo. Sua vida foi de oração e humilde obediência, e foi ele como uma luz para o mundo. Onde quer que armasse a tenda, junto dela erguia o altar, conclamando para o sacrifício da manhã e da tarde todos os membros de sua família. Dos lares cristãos deve irradiar uma luz semelhante” (Nos Lugares Celestiais, p. 213).
“Toda família deve construir seu altar de oração, reconhecendo que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria. […] Se educarem os filhos para viver apenas para esta vida, estes não farão nenhum preparo para a eternidade. Morrerão como viveram, sem Deus, e os pais serão chamados para dar contas pela perdição de seus filhos. Pais e mães, vocês precisam buscar a Deus de manhã e à tarde no altar da família, para que possam aprender a ensinar seus filhos de forma sábia, terna e amorável” (Orientação da Criança, p. 517).

UM LAR QUE DEUS POSSA ABENÇOAR – “À vista de Deus, o homem é justamente o que é em companhia da família. A vida de Abraão, o amigo de Deus, era assinalada por uma estrita consideração à palavra do Senhor. Ele cultivava a religião doméstica. O temor do Senhor permeava seu círculo doméstico. Ele era o sacerdote de seu lar. Considerava sua família como um legado sagrado. Sua casa contava mais de mil pessoas, e guiava a todos, pais e filhos, para o divino Soberano. Não permitia opressão por parte dos pais, por um lado, nem a desobediência dos filhos, por outro. Pela influência combinada de amor e justiça, governava seu lar no temor de Deus, e o Senhor deu testemunho de sua fidelidade” (O Cuidado de Deus, p. 175).

MOTIVO DE ORAÇÃO – Ore para ter mais intimidade com Deus e mais alegria na presença do Senhor.

#PrimeiroDeus – #rpsp Marcos 3 / O Desejado de Todas as Nações, cap. 14 – #LESAdv

SAIBA MAIS EM
adv.st/10diasoracao